Impermanência
Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo...
Márcio Souza é pai, amigo e amante em tempo integral! Tem como religião as artes em suas diversas formas de manifestação, com especial devoção às artes plásticas e a fotografia, as quais considera meios silenciosos de falar sobre o mundo. Atua obsessivamente como fotógrafo, curioso e atencioso, desde 2019 e descobriu no cotidiano, nas expressões espontâneas das pessoas e nos flagrantes ocasionais o elã vital das coisas. A fotografia é um se vestir de vidro para o prazer do contemplar. O autor é entusiasta da ilusão das cores e da dança das luzes que brincam de ser e sombra, definindo a beleza dos volumes. No universo de captura de um olhar que vai fundo no que olha, Márcio destaca as expressões e manifestações humanas, além da fauna e flora numa abordagem macro. Sempre eternizando, na fotografia, as instalações que a vida faz e prontamente desfaz no instante seguinte. Nas horas vagas, Márcio é professor da Universidade Federal da Paraíba, lotado no Departamento de Engenharia de Energias Renováveis. Lá, nesse passa tempo, o autor tem oportunidade de trazer a seriedade de suas diversões mundanas ao ambiente por vezes triste das ciências desumanas, onde a Engenharia é enraizada.
Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo...
Dois tempos que se cruzam no mesmo pátio: a energia efervescente do início e a calmaria reflexiva da maturidade....
This project is a black-and-white portrait and street series rooted in encounters across San Francisco.
A fotografia simboliza a curiosidade e a inocência de quem inicia sua jornada, levando consigo alegria e esperança diante...
Fragmentos de água transformam vidro em tela poética. Aqui, a chuva não apenas cai—ela medeia nossa relação com o...