Tambores de Olokun é um grupo carioca fundado em 2012 que une a percussão com a dança, tendo como inspiração e referência a linguagem do candomblé e a formação dos maracatus de baque virado do Recife. Tanto o Maracatu quanto o Candomblé eram práticas proibidas, por isso o bloco tem como estratégia levar essa cultura para os espaços privilegiados da cidade.
Este ensaio foi realizado durante uma apresentação no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) e seu entorno, no Aterro do Flamengo, no contexto do Livmundi 2025 – Festival de Vida Sustentável. Chamam a atenção o movimento das saias e as referências ao candomblé e ao maracatu, como instrumentos, personagens, movimentos de dança, etc.

Dezenas de integrantes do bloco se espalham pelo Aterro do Flamengo, ao lado do Museu de Arte Moderna (MAM), tendo o Pão de Açúcar ao fundo

As roupas e acessórios coloridos e a forte energia do grupo transmitem o orgulho de participar do bloco

A caracterização dos personagens transmite a valorização da cultura e espiritualidade do povo negro

As mulheres tem forte presença, tanto na dança como nos instrumentos utilizados pelo bloco

Espetáculo de grande beleza é presenciar o rodar das saias usadas tanto por mulheres quanto por homens

A diversidade de cores vivas aliada ao branco confere beleza singular às movimentações do bloco

A condução do estandarte representa claramente uma honra para seus participantes.







