No quilombo do Tatarugueiro, em Cachoeira do Arari, Ilha do Marajó-PA, a infância corria solta como rio em cheia, sem pressa de chegar a lugar nenhum.
Os pés descalços aprendiam o mundo na terra, no gramado e na água, enquanto o riso ecoava mais alto que qualquer boombox.
Brincar era inventar universos com sonho e imaginação, onde cada tarde virava aventura sem roteiro.
O tempo não era contado, era vivido — no canto dos pássaros, no cheiro da chuva e no calor da terra.
E ali, sem telas nem redes sociais, sem comparações materiais, a infância era inteira: simples, vasta e profundamente viva.

Também ao amanhecer, outra criança sai com o pai para navegar pelo rio

Crianças brincam em um barquinho ancorado

Menino em pose majestosa na proa

Menino brinca de bola na beira do rio

Menino empinando pipa na beira do rio

Menina e seu papagaio

Meninas contemplam o entardecer na beira do rio







