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Ano novo Andino, a cultura boliviana em São Paulo

Mama Killa Amawta ( Xamã Andina) pedindo a benção da mãe Lua antes de começar os rituais do Ano Novo Andino.

Ano novo Andino, a cultura boliviana em São Paulo

Leonor HillsbyLeonor Hills
16 de May de 2025
in Photo Essay

Selected in FotoDoc Photo Contest 2025

As imagens a seguir retratam a celebração do Ano Novo Andino, também conhecido como Willkakuti (em aimará) ou Inti Raymi (em quéchua), uma tradição ancestral dos povos originários dos Andes. Realizada durante o solstício de inverno, em 21 de junho, essa celebração marca a noite mais longa do ano e o início de um novo ciclo solar. É um momento sagrado que simboliza o renascimento do Sol (Tayta Inti) e a renovação da vida, em profunda conexão com a natureza e o tempo cósmico.

No Brasil, essa festividade foi trazida por comunidades bolivianas, especialmente em cidades com grande presença de imigrantes andinos, como São Paulo. A celebração tem se tornado uma importante manifestação cultural que preserva e compartilha saberes ancestrais com as novas gerações e com a sociedade em geral.

Durante a madrugada, os participantes se reúnem em cerimônias comunitárias que incluem danças, músicas, trajes típicos e rituais de agradecimento à Pachamama (Mãe Terra). Próximo ao amanhecer, são feitas oferendas simbólicas — como folhas de coca, doces, gordura de lhama e outros elementos tradicionais — que são queimadas em uma fogueira. Esse ritual busca atrair boas energias para o novo ciclo e expressa respeito às forças da natureza. O ponto alto da celebração é o aguardado nascer do sol, momento de forte significado espiritual, que representa esperança, equilíbrio e renovação.

O Ano Novo Andino é reconhecido por muitos países da América do Sul como parte do patrimônio cultural dos povos indígenas e é um exemplo da resistência e continuidade das culturas ancestrais no mundo contemporâneo.

Oferendas
Amawta (Xamã Andino) preparando as oferendas para a celebração.
Limpeza energética
O sopro da Amawta não é só ar, mas também energia vital carregada de força espiritual, proteção e bênçãos.
Amawtas
Homem e mulher, luz e sombra, sol e lua. A dualidade que traz equilíbrio ao universo.
A fogueira
A queima representa purificação, transmutação e recomeço.
Tata Inti
A chegada dos primeiros raios de sol, dando início ao novo ciclo.
O homem
O Amawta se despe das suas roupas cerimoniais e agora, como indivíduo, reverencia a Pacha Mama ( Mãe Terra)…
Tata Inti
… e reverencia o Pai Sol.

 

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Leonor Hills

Leonor Hills

Sou fotógrafa paulistana, formada em Processos Fotográficos pela ETEC de Artes e com formação inicial na escola FOCUS. Minha inspiração vem da cidade onde nasci — São Paulo — um mosaico cultural construído por imigrantes de todo o mundo. Nos últimos 12 anos, venho desenvolvendo um trabalho documental imersivo com a comunidade boliviana, hoje a maior população imigrante da capital, com cerca de 100 mil pessoas. Através da fotografia, busco revelar as histórias, os rostos e a força dessa comunidade que, apesar de essencial à cidade, muitas vezes permanece invisível e estigmatizada. Minha missão é transformar imagens em pontes entre culturas — dando visibilidade, respeito e voz às pessoas por trás das lentes.

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