Ilha de Marajó, entre marés
O ensaio propõe uma contemplação do ritmo amazônico onde o litoral não é limite mas transição. Um corpo em suspensão,...
Sou fotógrafa com 3 anos de carreira, sempre em busca de narrativas autênticas e que conectam realidades diversas. Comecei minha trajetória na fotografia com o desejo de captar não apenas imagens, mas histórias profundas e muitas vezes invisíveis. Sou colaboradora da Agência Folhapress, onde aprendi a importância de dar voz às pessoas e contextos que geralmente não ocupam o centro das atenções na mídia tradicional. Além disso, sou integrante do Coletivo NADA, um espaço colaborativo que tem como missão criar e difundir um olhar mais atento sobre as questões sociais, culturais e políticas. É dentro desse coletivo que conseguimos ampliar nossa visão sobre a arte da fotografia como uma ferramenta de transformação e denúncia. Outro ponto marcante da minha trajetória foi o trabalho desenvolvido na Teia dos Povos São Paulo, onde pude dialogar com povos indígenas e entender, através do olhar deles, a força e resistência de suas culturas. Tenho me dedicado ao registro fotográfico dessas comunidades, buscando preservar suas histórias e traduzir suas lutas e belezas para o mundo. A fotografia, para mim, é uma forma de resistência e de construção de memória, principalmente quando se trata da valorização dos povos indígenas, que continuam enfrentando desafios imensos para manter suas tradições e territórios. Cada clique da minha câmera carrega uma responsabilidade: não apenas documentar, mas também respeitar as pessoas e as histórias que atravesso. Meu trabalho é, antes de tudo, um compromisso com a verdade, com a escuta e com a dignidade.
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Em Maceió, entre maré e recife, seguem ativos os curralistas — pescadores que montam currais, armadilhas de estacas e redes...
A textura, a variedade de tons e a luz que, mesmo quando parece forte, tende a criar uma sensação de...
Sair na rua com uma câmera no pescoço pra mim é que nem entrar numa quinta dimensão. Tudo é fotografia,...
Ensaio resumido junto aqueles que transformam madeira em utilidade.
Dois homens saem de uma fazenda nas cercanias do Parque Indígena do Xingu. São seus donos? Ou dois trabalhadores? Embarcam...
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