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Paisagem Tempo

Paisagem Tempo

Adriana CamargoJuliana AlvarengabyAdriana CamargoandJuliana Alvarenga
29 de January de 2025
in Photo Essay

Selected in FotoDoc Photo Contest 2025

como olhar para as camadas do tempo? O tempo desenhado, esculpido, re-velado, atravessado, des-territorializado, arruinado. Este ensaio poético nomeia o tempo na paisagem enquanto presença e ruína simultaneamente, pois as imagens que emergem até a superfície percorrem por membranas luminosas que atravessam o tempo e o espaço ao realizarem a representação ininterrupta do movimento dos corpos.

Seguindo por este rastro, Paisagem Tempo pode ser uma ruína, pois o ensaio se compromete a (des)continuar o curso da história com representações de movimentos, os quais nos fazem pensar: desde as camadas de mofo proporcionadas pela umidade que se deposita sobre os carimbos e que orientam o sentido do ensaio, as toras de madeira degradadas, a variação de velocidade em que a água toca a alga, ao musgo formado sobre a pedra. Por fim, o caramujo que caminha vagarosamente deixando na trilha, desenhada a sua cartografia. Em Paisagem Tempo a ruína sobreexiste através da fabulação.

Nesse ponto há um pensamento inquietante, no caso de aceitar a potência da transitoriedade como uma linha de fuga presente em cada uma dessas cenas, pois passado, presente e futuro são abrandados de suas tensões históricas. Agindo dessa maneira, a fissura se torna ato criador e violento, porque abre o fragmento para os seus possíveis.

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Adriana Camargo

Adriana Camargo

Adriana Camargo é artista e jornalista. Doutora no programa Multidisciplinar em Cultura e Sociedade pela UFBA e mestra em Artes Visuais pela UNICAMP-SP. Desde 2010 compõe o quadro docente da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, no curso de Jornalismo atuando nas áreas da teoria das artes e arte contemporânea, teorias da imagem e do som, linguagem e produção fotográfica e fotojornalismo. Idealizadora e coordenadora do projeto em imagem, som e artes integradas, intitulado: Audiovisualidades Híbridas (https://www.audiovisualidadeshibridas.com.br/). Como artista já participou de diversas exposições individuais e coletivas. Sua última obra aconteceu em outubro de 2024, com a expografia: Fio Invisível: vozes da resistência de Canudos que fez parte da quinta Feira Literária Internacional de Canudos/BA (Flican).

Juliana Alvarenga

Juliana Alvarenga

Juliana Alvarenga é artista e farmacêutica. Mestra em Criação Artística Contemporânea pela Universidade de Aveiro (UA), Portugal, em 2013, graduada em Artes Plásticas pela Escola Guignard, Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) em 2002 e em Farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1993. Especialista em homeopatia pela Associação Médica Homeopática de Minas Gerais (AMHMG) em 1995. Em 2016, publicou o livro "A poética da substância: procedimentos da alquimia em artistas contemporâneos" pela Relicário edições. Exibição de trabalhos de vídeo em festivais de videoarte em mais de vinte países a partir de 2003. Criou a marca Hylé Substâncias em 2018 no sul da Bahia dedicada à produtos e estudos relativos à fermentação e à destilação. Coordenadora do grupo integrante da primeira certificadora baiana, a Rede Povos da Mata, uma opac ligada ao projeto de selo orgânico do MAPA.

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