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Do Kaos ao Caos

"HAADAMAR” (pó da terra) - Representando a humanidade, "EVA", foi criada pelo Divino para manter, cuidar e zelar pelo planeta... Somos todos guardiões da Terra. Técnica: fotografia Ferramenta de IA: LR - IA generativa (clonar)

Do Kaos ao Caos

Cláudia Fernandes MoraesbyCláudia Fernandes Moraes
4 de March de 2025
in Portfolio

Selected in FotoDoc Photo Contest 2025

Experiência Imagética de uma alma vivente como constituidor do sujeito. Por toda a parte no mundo o homem deixou vestígios de suas faculdades imaginativas sob a forma de desenhos, que se destinavam a comunicar mensagens. Muitas delas imitavam, esquematizando visualmente, as pessoas e os objetos do mundo real, davam-lhes identidade. Acredita-se que essas primeiras imagens também se relacionavam com a magia. Presente na origem da escrita, das religiões, da arte, a imagem também é um núcleo de reflexão filosófica desde a Antiguidade. Instrumento de comunicação, representação do Divino, a imagem assemelha-se ou confunde-se com o que representa. Visualmente imitadora, pode enganar ou educar. Reflexo, pode levar ao conhecimento: a sobrevivência, o sagrado, a morte, o saber, a verdade, a arte.

Inspirado por essas ideias e referências, muitas bíblicas, sobre a criação do ser humano, este Projeto intitulado “Do Kaos ao Caos: Experiência Imagética de uma alma vivente como constituidor do sujeito”, investiga a trajetória da “Alma Vivente”, “Homem” do Kaos inicial, informe, mas não desordenado, ao Caos atual que engloba as múltiplas facetas da contemporaneidade. A partir da origem adâmica, em hebraico, “homem” é transliterado como “HAADAM”, derivado de “HAADAMAR” (pó da terra), especificamente terra vermelha, indicando que Adão e Eva tinham pele avermelhada. A teoria da Eva mitocondrial, baseada em estudos de DNA mitocondrial (mtDNA), sugere que todos os humanos compartilham uma linhagem comum que remonta a essa mulher. Chegando ao mundo atual: sociedade, política, meio ambiente, tecnologia, saúde física e mental, migrações, mercado de trabalho, entre outros.

Enfim, a imagem, em suas múltiplas dimensões, é fundamental para a constituição do sujeito. Ela não apenas molda a percepção que temos de nós mesmos, mas também nossa relação com os outros e com o mundo que nos rodeia. Por meio de imagens, sempre poéticas, pretende-se documentar a possibilidade de uma relação harmônica, pacífica com a natureza, bem como os danos gerados por práticas humanas insustentáveis, como o desmatamento, a poluição industrial, a exploração de recursos naturais, a manipulação do solo e a poluição dos ecossistemas, bem como danos a própria pessoa como a angústia, a ansiedade, a depressão: o caos moderno.

O desenvolvimento deste projeto partiu da necessidade urgente de lançar luz sobre as consequências devastadoras das ações humanas sobre o meio ambiente. Em um momento de crise ambiental global, caracterizado pelo colapso de ecossistemas, perda de biodiversidade, umidade e mudanças climáticas, é essencial usar a arte como um meio de conscientização e crítica, para promover uma reflexão profunda sobre o impacto negativo de nossa intervenção no planeta.

Assim, por meio das imagens pretende-se documentar a possibilidade de uma relação harmônica, pacífica com a natureza, bem como os danos por práticas humanas insustentáveis para si, para o outro e o meio ambiente.

“Escultura Vivente” – Uma busca continua pela pertença do homem à natureza. Um personagem solitário em uma paisagem vestida com elementos do entorno que não indicam nem tempo nem lugar, como um Salvador de si mesmo e do planeta.
“Quem Sou Eu?” – Ser humano, uma joia preciosa. Uma obra prima. Um ser singular. Qual será sua existência? Um assunto que muito me inspira. Com um lado todo poético com muito movimento como uma dança, um capricho Divino com efeitos da natureza, com muita emoção vamos à busca de um tempo perdido a procura de paz.
Ferramenta de IA: LR – IA generativa
“Alma Vivente” O ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus, ou seja, não éramos iguais a Deus, mas sim semelhante a Ele.
“Árvore do Conhecimento” – A descoberta da razão trouxe o bem e o mal – domínio sobre a terra e sua destruição
“Digitais” – “HAADAMAR” foi colocado no mundo para conhecê-lo e usufruir de suas riquezas, deixando as digitais no barro para marcar, no decorrer dos séculos, o caminho da “posse” da Terra, a destruição.
“Integração” – A integração do homem com a natureza é uma dança delicada, onde cada passo revela a interdependência e a harmonia entre ambos. Esta simbiose essencial nos lembra que, ao cuidar da terra, cultivamos a nós mesmos
“Ser Criado” – A foto surgiu explorando questões : Por que e para que foi criado o homem? Para fazer o mal ou o bem? Para destruir e poluir ou construir e produzir? Para a vida eterna ou morte eterna? Reflexões essas levantadas pela foto.
“Olhos sobre a Terra” – Olhares com a alma, refletindo a sabedoria e a vulnerabilidade do nosso planeta. Texturas que ecoam a superfície terrestre, nos observando, enquanto nossas ações ressoam em seus habitantes. Um apelo à consciência: proteger a nós mesmos.
“O Caos se Implanta” – O guardião da terra se enche de soberba, domina a natureza “inventando” a poluição.
“O Caos se Implanta 2” – O guardião da terra se enche de soberba, domina a natureza, “inventando” a poluição.
Ferramenta de IA: LR – IA generativa
“O Caos se Implanta 3” – O guardião da terra se enche de soberba, domina a natureza, espalhando a poluição, destruindo o que recebeu.
“O Caos se Implanta 4” – O guardião da terra se enche de soberba, domina a natureza, retira a alteridade das coisas “inventando” a poluição.
Ferramenta de IA: LR – IA generativa
“Sobrevivência” – Imagem retrata a preocupação e a luta diária pela sobrevivência

 

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Cláudia Fernandes Moraes

Cláudia Fernandes Moraes

Minha prática de artista-fotógrafa se constrói a partir de um olhar que busca constantemente tensionar o visível e instaurar novas formas de percepção. Meu processo criativo, em permanente movimento, tem na natureza, no ser humano e no Cosmo suas principais fontes de investigação. Opero na interseção entre contemplação e questionamento, produzindo imagens que deslocam a experiência cotidiana e convidam o espectador a revisitar o que acredita conhecer. Nos últimos anos, a presença crescente da poluição nas paisagens naturais tornou-se um vetor determinante de meu trabalho. Não mais como elemento periférico, mas como protagonista de um debate urgente. Nas composições, resíduos e interferências ambientais — muitas vezes invisibilizados ou naturalizados — emergem como sinais de um tempo que se acelera e se deteriora simultaneamente. No ensaio O Amanhã é Hoje, as imagens não se restringem ao registro; operam como testemunho e denúncia, revelando o impacto silencioso da ação humana sobre ambientes outrora preservados. Enquanto artista transito por técnicas variadas, valendo-me de cor, movimento de forma rigorosa e conceitual. Quando presente, o tratamento digital não atua como ornamento, mas como ferramenta crítica: intensifica contrastes, explicita tensões e evidencia fissuras na relação entre humanidade e território. Cada obra se constrói a partir de decisões formais — enquadramento, luz, cor e composição — que ampliam o sentido poético e político da imagem. As fotografias sublinham o estranhamento do sujeito contemporâneo diante de um mundo que se transforma por ação humana em escala planetária. Assim, os gestos que corrompem a paisagem tornam-se matéria estética e discursiva. Ao mesmo tempo, investigo a tentativa humana de domínio sobre o Cosmo, revelando tanto a potência criativa quanto a violência desse impulso. Minha trajetória se constrói num processo de observação, exploração e descoberta que resulta em imagens pensadas para convocar reflexão. A partir de uma visão pessoal e expandida da realidade, articulo questões ambientais, sociais e existenciais, propondo ao público uma experiência que vá além do olhar: uma experiência que exige reposicionamento, responsabilidade e consciência. Sã obras, ao mesmo tempo poéticas e inquietantes, que convidam a pensar o presente como território decisivo — onde o amanhã se forma, se fragiliza e, por fim, se anuncia.

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