O Som do Tempo
A imagem investiga a permanência da memória através do gesto. Em primeiro plano, mãos marcadas pelo tempo operam um rádio...
Selected in FotoDoc Photo Contest 2025
Mulher mestiça de pele marrom, nascida e criada com pés descalços sobre a terra vermelha do Cerrado. Neta de Gerson, boiadeiro enraizado no interior do Goiás, e de Maria, mulher da roça, fazedora de queijos e doces. Fez-se bióloga por acaso e deu de cair no universo dos povos indígenas, quilombolas e de comunidades tradicionais, sendo atravessada por conhecimentos ancestrais e modos revolucionários de habitar o planeta, de se relacionar com a fauna e a flora, de imaginar o mundo, comer, rezar e dormir. A partir dessas vivências, pesquisa a construção do imaginário brasileiro sobretudo no contexto socioambiental. Também investiga a relação da religiosidade de matriz africana com a corporeidade e a ancestralidade através da fotografia e de intervenções urbanas com lambe-lambe. Considera o fazer artístico como um ritual, a partir da perspectiva em que performance e manifestação religiosa se confundem quando materializadas através de um corpo-terreiro. O ponto de encontro que atravessa as diferentes pesquisas que realiza é a cultura popular brasileira, enraizada na ancestralidade afroindígena, com a qual se conecta por meio de expressões como o candomblé e a capoeira de angola, de cerimônias indígenas e de experiências profissionais e pessoais pelos interiores do Brasil.
A imagem investiga a permanência da memória através do gesto. Em primeiro plano, mãos marcadas pelo tempo operam um rádio...
Um trabalhador exausto aguarda, perto da meia noite, que um familiar seja atendido num posto de saúde.
En México mucha gente de la tercera edad se dedica al comercio informal, desde señores que venden cacahuates, nueces hasta...
Foto tirada no Pantanal dos Marimbus, na Chapada Diamantina. Localizada na Serra do Sincorá, abrangendo áreas alagadas pelo Rio Santo...
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