contra-vidro
contra-vidro.
Selected in Prêmio Portfólio FotoDoc 2026
DOCUMENTAR É INTERPRETAR Roberto de Siqueira Campos Sim, fotografar, para mim, começa antes da câmera. Começa no olhar singular de cada um e tem origem no acervo composto de memórias, afetos, referências, cicatrizes e tudo mais que possa repousar no espírito e ser processado no cérebro. É desse acervo que nasce a nossa observação do mundo. O estímulo da luz refletida chega ao cérebro e, lá, ao encontrar o nosso acervo, dá origem à imagem que entendemos dever ser materializada. Antes de sua concretude exterior, ela já existe dentro de nós. No documentário, esse processo ganha outra nuance, pois, diante de um mesmo fato, cada fotógrafo vê um mundo distinto. O processo é complexo e desafiador, na medida em que a comunicação é a razão última da fotografia documental, que sempre nascerá da “realidade subjetiva” do fotógrafo, prisioneiro de seu acervo. Com essa visão, há anos caminho na fotografia, pretendendo documentar e transmitir, ainda que em poucas imagens, o mundo que eu vejo.
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