Renascimento em cinzas
A textura, a variedade de tons e a luz que, mesmo quando parece forte, tende a criar uma sensação de...
Adriana é uma jovem antropóloga de 22 anos, formada pela UFMG, e desde os 14 anos vem realizando trabalhos no âmbito da fotografia: atividade que é sua paixão. Desde então, vem unindo suas habilidades e anseios, gerando diálogos e trocas em forma de arte. Moradora de Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, Adriana eventualmente vai às ruas em busca de narrativas, sujeitos, histórias, contextos que possam ter eloquência através de sua câmera, servindo também como um meio da Antropologia. Ela crê que a arte, não é apenas uma linguagem, ou um talento, mas um chamado, no qual ela pode ser usada por Deus para lançar luz, ou melhor, capturar a luz nos mais diversos temas e e conectar pessoas, impactando-as através do poder da imagem.
A textura, a variedade de tons e a luz que, mesmo quando parece forte, tende a criar uma sensação de...
Sair na rua com uma câmera no pescoço pra mim é que nem entrar numa quinta dimensão. Tudo é fotografia,...
Ensaio resumido junto aqueles que transformam madeira em utilidade.
Dois homens saem de uma fazenda nas cercanias do Parque Indígena do Xingu. São seus donos? Ou dois trabalhadores? Embarcam...
O Congado é raiz e movimento. Uma tradição que atravessa séculos como expressão de fé, resistência e memória, mantendo vivos...
O Vale do Amanhecer, nome popular da instituição “Obras Sociais da Ordem Espiritualista Cristã Vale do Amanhecer – OSOEC”, foi...