Na fusão entre pele e folhagem, olhar e raiz, este ensaio não apenas retrata, mas dissolve fronteiras. A Mata Atlântica se estende como um véu vivo, uma manta que envolve e nos revela parte de sua própria trama.
Na interseção entre natureza, consciência e arte, esse trabalho se apresenta como uma janela para o pensamento que harmoniza ser humano e ambiente em um fluxo único e contínuo. É um convite para sentir a fusão entre o sensível e o selvagem, o orgânico e o intuitivo, um encontro e um instante onde olhar e natureza se dissolvem em um só fluxo.
Cada textura e tonalidade ressoam como ecos da Terra, evocando um olhar que não domina, mas dialoga e revela o instante em que a natureza e o olhar humano se tornam um só. Nenhum elemento se impõe; tudo flui em harmonia. É o instante em que a natureza se deixa ver, e nós pertencemos a ela.
A manta nos cobre, nos torna floresta. E, por um breve instante, lembramo-nos que somos também natureza.














