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Mata Atlântica – Habitar

Rio Branco em longa exposição, conectando floresta e montanhas da Serra do Mar.

Mata Atlântica – Habitar

Julio César NascimentoPorJulio César Nascimento
5 de janeiro de 2026
em Ensaio

Selecionado no Prêmio Portfólio FotoDoc 2026

Este ensaio aborda a Mata Atlântica como um território vivo e essencial, moldado pela água, pelo tempo e pelas formas de habitar que nele coexistem. Em um dos biomas mais ameaçados do planeta, as imagens revelam rios, florestas e montanhas do litoral paulista como sistemas interdependentes, onde a presença humana pode tanto preservar quanto transformar o ambiente.

A narrativa se inicia na aldeia indígena, reafirmando a Mata Atlântica como território ancestral, protegido muito antes de qualquer delimitação oficial. As casas inseridas na floresta expressam um modo de vida baseado no equilíbrio, no respeito aos ciclos naturais e na permanência consciente no território.

O cotidiano caiçara, no gesto de lançar a tarrafa, amplia essa relação de pertencimento, enquanto o Rio Branco surge como eixo vital: caminho, sustento e memória coletiva, conectando montanhas, florestas e modos de vida.

Em contraste, a igreja antiga revela marcas de ocupações humanas de outros tempos construida na mata. A árvore solitária em meio à pastagem explicita as tensões entre preservação e transformação do território, evidenciando os limites entre o que permanece e o que se perde.

A chuva intensa devolve à paisagem o protagonismo da água, reorganizando o ritmo do ambiente fluvial. Em seguida, a presença da cobra-d’água reforça que a Mata Atlântica é um organismo sensível, habitado por espécies que dependem diretamente da integridade dos rios e da vegetação.

O ensaio se encerra na cachoeira, manifestação contínua da força da água elemento estruturante da Mata Atlântica, responsável por moldar paisagens, sustentar a biodiversidade e garantir a continuidade da vida.

Este trabalho busca documentar não apenas lugares, mas relações: entre pessoas, rios, floresta e o tempo que insiste em seguir.

Aldeia indígena inserida na floresta.Tabaçu Reko Ypy
Gesto tradicional da pesca artesanal caiçara nos rios do litoral paulista.
Igrejinha. Ocupação humana de tempos.
Árvore remanescente em área de transformação da paisagem natural.
Chuva intensa moldando o ritmo e a dinâmica do ambiente fluvial.
Cobra-d’água em ambiente natural, parte do ecossistema ribeirinho.
Cachoeira em longa exposição, expressão da força contínua da água na Mata Atlântica.

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Julio César Nascimento

Julio César Nascimento

Julio César Nascimento. É Músico/Fotógrafo reside em Itanhaém, litoral sul de São Paulo. É licenciado em Educação Musical pela UNIMES (SP), possui pós-graduação em Fotografia pela FACUMINAS (MG) e pós-graduação em Ensino de Artes Visuais pela UNIMES (SP). Atua na fotografia de paisagem com foco na preservação ambiental e no uso da técnica de longa exposição. Seu trabalho busca ir além do registro estético, propondo uma relação sensível entre ser humano e natureza e estimulando a reflexão sobre a responsabilidade coletiva na proteção dos ecossistemas naturais. Sua relação com a imagem teve início no audiovisual, ligado à sua trajetória como músico, e se aprofundou a partir do contato com fotografias analógicas da família. As paisagens naturais tornaram-se o eixo central de sua produção, com a longa exposição como ferramenta recorrente para revelar atmosferas, movimento e tempo. Integra o COFIT – Coletivo de Fotógrafos de Itanhaém e participa de exposições e concursos nacionais e internacionas. Destaque para o primeiro lugar no concurso Oceanos (UNICAP, 2025) e a exposição coletiva Brasilidade, no Centro Carioca de Fotografia (RJ, 2025).

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