O ensaio visual Moiru-moir: antropofagía em movimento busca unir linguagens artísticas de modo a criar uma nova composição inovadora (moiru-moir na língua Wajãpi). Trata-se de um estudo sobre como imigrantes nortistas se reorganizam, se reintegram e constroem pertencimento diante de uma nova cidade.
O termo “antropofagía”, com acento no “i”, é uma forma de valorizar a fonética nortista e a incorporação de uma nova cultura a partir da ressignificação dos espaços da cidade de acolhimento. É sobre descobrir novas formas de se encontrar. O trabalho foi dividido em quatro etapas: as fotos documentais analógicas; os retratos digitais; a sobreposição com auxílio da inteligência artificial e a pintura com tinta feita com urucum, azeite de dendê e óleo de linhaça.












