Cinzas
As memórias das viagens e fotografias que realizei no Pantanal são atravessadas pelas recorrentes notícias das queimadas que, nos...
Juliana Bizzo é fotógrafa documental brasileira cuja produção investiga identidade, gênero e memória cultural por meio de projetos de longa duração. Como mulher sapatão, desenvolve uma prática atravessada por experiências de escuta, presença e afeto, especialmente em contextos marcados pela marginalização histórica de corpos e narrativas LGBTQIAPN+. Seu trabalho se desenvolve em diálogo constante com as culturas drag e ballroom, onde investiga presença, intimidade e resistência com delicadeza e escuta, recusando estereótipos de excesso ou sofrimento. Ao mesmo tempo, sua pesquisa se estende a outros contextos sociopolíticos, abordando desigualdades estruturais com olhar crítico e empático. É integrante dos coletivos Alfabetismo Visual e Mulheres Luz, e recebeu prêmios como Menção Honrosa no PISPA 2025, dois Alfa Awards (2023 e 2024) e o Alfa Cine Prize (2024). Seu trabalho já foi publicado em veículos como O Globo, Vogue e LensCulture, e exibido em festivais como Head On Photo Festival (Austrália), Paraty em Foco, Foto em Pauta e FotoDoc 2025.
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