Círio de Nazaré, Do Sagrado ao Profano: Uma Extensão do Brasil
O “Círio de Nazaré. Do Sagrado ao Profano: Uma Extensão do Brasil” propõe uma imersão fotográfica documental na vivência coletiva...
Leia maisDetailsFabrício Augusto, 26 anos, é fotógrafo, diretor e documentarista nascido e residente em Ferraz de Vasconcelos, no extremo Leste de São Paulo. Sua prática nasce das periferias e articula fotografia documental, cinema e território como construção de memória, identidade e afirmação política.
Graduando em Produção Multimídia pelo Senac São Paulo, atua há mais de uma década no campo da imagem. Em 2026, foi selecionado pelo projeto “Novas Fotografias” do Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP), destacando-se pela consistência estética e potência narrativa. Seus trabalhos já foram apresentados no Museu das Favelas, MIS-Araraquara, Museu de Arte do Espírito Santo, Centro Cultural Grajaú e Teatro Municipal de Poá.
Desenvolve projetos autorais como Meu Corpo É e TransCidades, com foco em narrativas pretas, periféricas e dissidentes. No audiovisual, dirigiu e produziu filmes contemplados por editais públicos, entre eles A Vida Real (2021) — integrante da exposição itinerante Favela é Giro, do Museu das Favelas — além de O Som do Silêncio (2020), Todo Menino É Um Rio (2022) e Os Fios do Sertão (2023). Recebeu prêmio de honra no 1º Festival de Cinema de Ferraz de Vasconcelos por sua contribuição ao audiovisual local.
Entre 2023 e 2024, realizou intercâmbio cultural em Toronto (Canadá), ampliando seu repertório em diálogo com artistas das diásporas e comunidades imigrantes. Sua fotografia opera como gesto de escuta e permanência — imagem como território e presença.
O “Círio de Nazaré. Do Sagrado ao Profano: Uma Extensão do Brasil” propõe uma imersão fotográfica documental na vivência coletiva...
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