Fluxografia
“Se os mundos ficcionais são tão pequenos e ilusoriamente confortáveis, por que não tentar criar mundos ficcionais tão complexos, contraditórios...
Leia maisDetailsO fotógrafo documentarista e artista visual Luiz Baltar iniciou seu percurso no Rio de Janeiro, em 2009, com um olhar voltado para o cotidiano, os processos de remoções forçadas e as ocupações militares em favelas e comunidades. Desde então, território, cultura e o direito à cidade se estabeleceram como eixos centrais de sua produção, com particular interesse em temas como mobilidade urbana, violência policial e direito à moradia.
Formado em Gravura e mestre em Linguagens Visuais pela UFRJ, Baltar alia sua formação acadêmica à prática ativista da fotografia. Ele acredita no usa das imagem como uma forma de expressão crítica, buscando estabelecer um diálogo direto entre a fotografia e as questões sociais urbanas.
Seu trabalho já integrou importantes iniciativas como o Programa Imagens do Povo nas favela da Maré, o coletivo Favela em Foco e atualmente faz parte do coletivo Fotografia, Periferia e Memória. Colaborou com publicações impressas e eletrônicas, no Brasil e no exterior, com foco em documentação e artigos sobre direitos humanos.
As obras de Luiz Baltar compõem coleções de destaque, incluindo o Museu de Arte Moderna (MAM/RJ), o Museu de Arte do Rio (MAR), a Maison Européene de la Photographie (França) e a Biblioteca Nacional da França. Realizou exposições individuais e participou de coletivas em centros culturais, museus e eventos de arte de prestígio, como o MAR, MAM/RJ, Paço Imperial, MIS/SP e o Festival #Lille 3000 na França.
“Se os mundos ficcionais são tão pequenos e ilusoriamente confortáveis, por que não tentar criar mundos ficcionais tão complexos, contraditórios...
Leia maisDetailsFavelicidade é um projeto fotográfico de longa duração desenvolvido por Luiz Baltar desde 2009, que investiga as relações entre favela...
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