Fios do tempo
Na encantada feira de São Joaquim, gestos antigos seguem sendo tecidos no silêncio do cotidiano. Entre os cestos e...
Tenho três paixões: medicina, fotografia e aventuras. Comecei a fotografar quando era adolescente, algumas décadas atrás. Tempos de preto e branco e muitas horas fotografando nas ruas, ou eventos de atletismo, shows de dança e shows de música. Foram horas também dentro do quarto escuro sob a lâmpada vermelha. Com o surgimento dos compactos e dos celulares, a fotografia passou a me servir, como serve a muitos fotógrafos amadores, principalmente para registrar viagens, pessoas e aventuras. A profissão me absorveu e só fui resgatar a velha paixão durante a pandemia. Continuo praticando, mas descobri um novo significado para o meu futuro: fotos e viagens. A natureza se torna um guia. A fotografia, uma bússola que imprime o norte que me define: cabeça de cientista, alma de artista e espírito aventureiro.
Na encantada feira de São Joaquim, gestos antigos seguem sendo tecidos no silêncio do cotidiano. Entre os cestos e...
Imagem de Brasília Emoldurada, um ensaio que propõe um novo olhar sobre a capital do Brasil, explorando sua arquitetura...
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Não há conforto nem para mim nem para a vendedora de flores, que se faz constância familiar no meu...
O Cristo de costas, visto através do para-brisa de um helicóptero. Vidro curvo, reflexos inesperados, o Rio dissolvido em...