Entre sombra e clarão, a figura do soldador emerge quase como um arquétipo, envolta por faíscas e fumaça que criam atmosfera primordial. O elmo oculta o rosto, tornando o corpo inteiro símbolo da tarefa — peso, técnica e resistência condensados em um único gesto.
A luz da solda desenha a cena com intensidade dramática, transformando o ato em imagem de poder e poesia material. É o retrato de quem sustenta, com o próprio corpo, o mundo que constrói.







