Infância na represa do Rio Uruguai
Infância no Rio Uruguai. Um olhar documental para aquilo que ainda permanece: crianças sendo crianças.
Selecionado no Prêmio Portfólio FotoDoc 2026
Brasileiro, Sul do Brasil, 63 anos, minha fotografia é um ato de escuta: documento do que insiste em ser visto, do que pulsa no ordinário e pede para ser guardado. Cada clique é um encontro entre o que surge e o que se desfaz, entre o acaso e a intenção. Não busco apenas imagens, mas vestígios do tempo — sua passagem sutil impressa em sombras, texturas e gestos. Retrato o que me convoca: cenas que nascem do desejo de preservar histórias ainda não contadas, da curiosidade pelo que a luz revela quando ninguém mais está olhando. Minha lente é movida pela criatividade que desperta no fluxo da rua, da natureza, da vida das pessoas, no ritmo das horas, no silêncio dos detalhes. Fotografo para que o efêmero não se perca — e, nesse processo, descubro que a vida, ela mesma, é um arquivo inesgotável. Em cada registro, deixo um fragmento de mim e resgato um pedaço do mundo.
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