Ògún, senhor do mundo e da matéria.
Ògún em Àjọ̀dún Ògún 2026 no @olorokeomibaina
Míriam Ramalho é carioca, formada em Artes Plásticas e Letras. Participa de expedições fotográficas desde 2014 viajando pelo Brasil e pelo mundo com fotógrafos conceituados. Vietnam, Índia, China, Benin, Togo, Guatemala, Etiópia, Mianmar, Camboja, Gabão e Malawi são alguns dos países fotografados. A fotografia documental e de rua são seus maiores interesses. Participou de exposições coletivas ao longo desses anos e foi premiada em diversos concursos nacionais e internacionais. Tem quatro livros publicados pela Editora Origem: Benin (2020), Etiópia (2022), Gabão (2024) e Malawi: Dzaleka Refugee Camp (2025).
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Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo...
Dois tempos que se cruzam no mesmo pátio: a energia efervescente do início e a calmaria reflexiva da maturidade....
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Fragmentos de água transformam vidro em tela poética. Aqui, a chuva não apenas cai—ela medeia nossa relação com o...