Segurança de pai
Há braços que viram território.
Formada em Comunicação Social pela USP, explora caminhos entre a palavra e a imagem, costurando narrativas com delicadeza e escuta. Participou de cursos de roteiro e fotografia, onde encontrou nas linguagens visuais uma extensão do gesto poético. Desde 2023, experimenta e se aventura na fotografia como quem olha o mundo pela fresta: interessada no cotidiano e em suas entrelinhas, registra gestos, silêncios e paisagens cotidianas. Seu interesse está menos no extraordinário e mais no gesto comum, no instante que revela, na cena que resiste. Fotografar, para ela, é uma maneira de estar presente — e de contar histórias que não cabem apenas nas palavras.
Meninas do Lins, Complexo do Lins – Rio de Janeiro, 2024. Meninas do Lins são as meninas que vivem...
A escolha de gravar a palavra GELO em vermelho sobre amarelo vibrante subverte deliberadamente a expectativa cromática. Onde deveria...
Esta linda imagem ilustra o olhar puro do garoto amazônico que sai para navegar ajudando seu avô a pilotar...