Mãos na máquina
Mãos na máquina.
Formação em economia, mas fotógrafo dez de sempre. Em 2016 comecei a mudar minha maneira de registrar o que via e tentar, através de edições, colagens e tudo o mais que eu conseguisse dominar, dizer coisas que sempre quis dizer, e usei essa ferramenta para dar minhas opiniões sobre o mundo e o tempo em que vivo. A partir deste ano, 2023, resolvi me arriscar e colocar minha “voz imagética” à prova e apresenta-la para que todos a interpretem, pois assim como a verdade não é única, a interpretação do meu trabalho também não o é! E também não quero que seja.
Um fragmento orgânico isolado do contexto original torna-se vestígio. A forma suspensa no escuro evoca permanência, desgaste e transformação...
Nos camarins do Dragstar, o palco ainda é silêncio, mas a transformação já começou. A drag queen Capitu Pitanga...
Passo lento, sacola leve: quem viveu a lida sabe sempre os caminhos.
Antes da próxima corrida, o corpo vira rede: infância que cochila no ferro. O trabalho espera, os sonhos não.