O tempo passa e atravessa as avenidas
Passo lento, sacola leve: quem viveu a lida sabe sempre os caminhos.
Sonia Guaraldi, Brasileira, natural de Nova Friburgo-RJ. Artista visual, poeta, formada em Letras, pós-graduada em Arte,Educação e Tecnologias Contemporâneas (UNB). Frequentou cursos de História da arte na UFRJ, e no Museu Nacional de Belas Artes, frequentou a Escola Visual do Parque Laje-RJ. Tem passagens por ateliers, (Lia do Rio, João Wesley, Ronald Duarte), participou e promoveu oficinas de arte pelo SESC- RJ.Atuou como diretora e co–produtora do projeto Oficina de Arte em Nova Friburgo década de 2000. Exposições da Galeria Zagut RJ; Galeria Eixo-RJ, Galeria Affresco- SP-Centro cultural Energisa. N. Friburgo, RJ- Centro -Grupo Imaginário Periférico RJ; CEDIM-RJ- Espaço Cultural Correios. Niterói- RJ; SESC Nova Friburgo RJ- Centro de Arte de Nova Friburgo - Participação na Feira Equinox –América doSul- Celebração Semana de 22- Ocupação-(Brasital Cultural) São Roque -São Paulo. Possui uma obra publicada no livro”Arte na Rede- do virtual ao real- a trajetória de um sonho-” ano2017 .Em 2018 e 2019 conta com cursos imersivos doProfessor e Artista Jailton Moreira ( nos cursos de imersão "A luz na História da Pintura“)Acompanhamento em processos artísticos e leitura de portfólios da galeria Eixo. Curso de extensão na Núcleo Academy -2022 A produção da artista teve inicio da década de 2000 com uma pesquisa sobre antagonismos, polaridades da vida cotidiana e se voltava às dissonâncias ,pesos ,levezas criando espaços para uma suposta e esperada liberdade . O território de sua poética trata do ser e do seu enfrentamento com o mundo que o cerca. As referências e memórias da artista foram a base, e assim , a natureza, a infância , objetos ,brincadeiras , em especial os pássaros permeiam seu processo criativo. A relação entre materiais em suas obras se torna linguagem pois os mesmos já trazem em si fortes significados.Apresenta seus trabalhos em instalações, objetos , fotografias, performances.
Passo lento, sacola leve: quem viveu a lida sabe sempre os caminhos.
Antes da próxima corrida, o corpo vira rede: infância que cochila no ferro. O trabalho espera, os sonhos não.
O martim-pescador corta o espaço com precisão absoluta. Suspenso fora da paisagem, seu corpo se desenha contra o vazio...
Entre equipamentos, protocolos e espera, um gesto simples sustenta tudo. A imagem fala do cuidado como presença silenciosa.
Luz, fluxo e vertigem se entrelaçam numa miração capturada em longa exposição — tentativa de traduzir, em imagem, o...