“Leave me alone!”
Foto realizada em São Paulo / Capital.
Tenho três paixões: medicina, fotografia e aventuras. Comecei a fotografar quando era adolescente, algumas décadas atrás. Tempos de preto e branco e muitas horas fotografando nas ruas, ou eventos de atletismo, shows de dança e shows de música. Foram horas também dentro do quarto escuro sob a lâmpada vermelha. Com o surgimento dos compactos e dos celulares, a fotografia passou a me servir, como serve a muitos fotógrafos amadores, principalmente para registrar viagens, pessoas e aventuras. A profissão me absorveu e só fui resgatar a velha paixão durante a pandemia. Continuo praticando, mas descobri um novo significado para o meu futuro: fotos e viagens. A natureza se torna um guia. A fotografia, uma bússola que imprime o norte que me define: cabeça de cientista, alma de artista e espírito aventureiro.
Jardim Vermelhão, 2024. Campo de Futebol no centro da comunidade, com o solo de terra vermelha característico do bairro.
Um fragmento orgânico isolado do contexto original torna-se vestígio. A forma suspensa no escuro evoca permanência, desgaste e transformação...
Nos camarins do Dragstar, o palco ainda é silêncio, mas a transformação já começou. A drag queen Capitu Pitanga...