Impermanência
Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo...
Bruca Manigua, na língua lukumí, quer dizer montanha cheia de arbustos. Criado em Senador Camará, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Negro, 48 anos, ifista e santeiro. .Multiartista visual, autodidata, atuo na fotografia, nas artes plásticas e no artesanato. A fotografia apareceu em minha vida de maneira pouco convencional: quando eu era pequeno e ficava trancado em casa enquanto minha mãe trabalhava fora. Passei a ter contato com o mundo exterior por meio do buraco da fechadura. Foi desse lugar que construí, mesmo sem equipamentos, lentes e obturadores, minha arte fotográfica. Possuo experiência com fotografias artísticas, com participação nas exposições: “Yalodê”, no MUNCAB, Salvador/BA (Museu Nacional da Cultura Afrobrasileira) e no Salvador Shopping (2022); Exposição Coletiva “A Casa é Nossa” (out/23); F_A_N_Rio – Feira de Arte Negra (nov/23); CAPA e Exposição KIZOMBA/O Cubo Negro, na galeria Januário Garcia, na 5a edição da Revista AÚ, do Neab degase (2023); Foto Capa da 1° Ed. Da Revista Fotoclube Paraty (2023); Exposição Coletiva Bienal Black Art, no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica ( mar-mai/24); Exposição Coletiva “Liberdade” (abril/24), na Galeria Casa Paulo Branquinho, expondo artes plásticas; (Exposição Argus MBlois Galearia de Arte Contemporânea julho 2024 – AVA GallerRio julho 2024 – Ars Longa Galery Annankatu 12, Helsinki, Finlândia agosto de 2024 – Karne Kunst JessnerstraBe 33, 10246, Berlim- Alemanha setembro 2024 – AVA Galleria Varkaus Ahlstrominkatu 20, 78250, Varkaus, Finlândia). Ocupei posições importantes em algumas edições do concurso anual on line da 35 Awards.
Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo...
Dois tempos que se cruzam no mesmo pátio: a energia efervescente do início e a calmaria reflexiva da maturidade....
This project is a black-and-white portrait and street series rooted in encounters across San Francisco.
A fotografia simboliza a curiosidade e a inocência de quem inicia sua jornada, levando consigo alegria e esperança diante...
Fragmentos de água transformam vidro em tela poética. Aqui, a chuva não apenas cai—ela medeia nossa relação com o...