Nossa arte deixa rastros por onde passa. Marcas sutis, às vezes quase invisíveis, mas que permanecem.
É um rastro que ilumina — que toca quem cruza o mesmo caminho, que acende algo em quem também esteve ali, mesmo que em outro tempo, em outro olhar.
Criar é isso: seguir em movimento e, sem perceber, deixar luz pelo percurso.







