Durante três dias e noites, há pausas para descansos da tropilha que leva mais de 50 cavalos para tradicional evento em Tacuarembó e, para tanto, cruza 100km de corredores de campos uruguaios. Numa dessas paradas, um peão de instância se aproxima para conversas e partilhar de um assado, feito no chão dos pagos. De poucas palavras, mas seu olhar reflexivo diz muito, sobretudo pelas dificuldades que passa na lida diária.