Ògún, senhor do mundo e da matéria.
Ògún em Àjọ̀dún Ògún 2026 no @olorokeomibaina
Isabela Arantes é artista visual independente, bissexual e mineira. Hoje vive e trabalha em São Paulo. Atualmente utiliza a fotografia como principal ferramenta. Mas também se apoia na poesia ao destrinchar seu mundo interno, sua vida íntima e cotidiana, suas relações familiares, seus sonhos e suas questões emocionais mais profundas. Em imagens muito femininas que trazem, sobretudo, pulsão de vida-morte-vida, bem como integração com o espaço em que habita, Isabela busca um olhar para a essência do objeto fotografado. É integrante do coletivo Deriva Cartográfica, projeto aprovado pelo Rumos Itaú Cultural; também participa do projeto Poéticas Contemporâneas, projeto de postais fotográficos e manuscritos; concebeu inúmeras séries fotográficas e dois fotolivros independentes: “Desenterrar-se não é dado a todos”; e “As árvores crescem conosco”.
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Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo...
Dois tempos que se cruzam no mesmo pátio: a energia efervescente do início e a calmaria reflexiva da maturidade....
This project is a black-and-white portrait and street series rooted in encounters across San Francisco.
A fotografia simboliza a curiosidade e a inocência de quem inicia sua jornada, levando consigo alegria e esperança diante...
Fragmentos de água transformam vidro em tela poética. Aqui, a chuva não apenas cai—ela medeia nossa relação com o...