Este ensaio fotográfico investiga a relação entre corpo, natureza e espiritualidade, propondo uma reflexão visual sobre pertencimento e ancestralidade. A presença de folhas, galhos e luz natural cria uma atmosfera onde o corpo humano se mistura à paisagem, sugerindo uma dissolução entre sujeito e ambiente.
Inspirado em referências simbólicas das espiritualidades de matriz afro-brasileira, especialmente na Umbanda, o trabalho aborda a natureza não apenas como cenário, mas como território de força, memória e manifestação espiritual. As imagens buscam provocar uma percepção sensível sobre a conexão entre o ser humano e os elementos naturais.












