Todo dia, o cotidiano
O cotidiano mora nos pequenos gestos que se repetem todos os dias. Está nas mãos que organizam ou desorganizam...
Me chamo Layla, tenho 24 anos e sou de Carapicuíba, São Paulo. Sempre falo que a fotografia é meu lugar de consolo. Consolo porque é muito difícil para alguém como eu - mulher preta baixa renda - conseguir se desenvolver artisticamente enquanto está sobrevivendo. A arte por muitas das vezes nos é dada com essa proposta de se opor com nossa realidade, ao mesmo tempo que sem ela também não há como prosseguir. O consolo pra mim é quando consigo não me conformar em não ser o que nasci pra ser, em entregar o que nasci pra entregar. O consolo é meu refúgio quando muitos dizem não, mas minha arte diz sim e me acolhe. O consolo é minha alma sendo materializada em registros.
O cotidiano mora nos pequenos gestos que se repetem todos os dias. Está nas mãos que organizam ou desorganizam...
O projeto SNAKES é um projeto fotográfico em andamento. Criado em 2021 durante a pandemia, explorando o contraste entre...
Land and life are inseparable from spirit—forests speak, waters carry memory, and communities move as bearers of meaning. As...
Through self-portraiture, CAVITEÑA interrogates the politics of visibility for the transgender Filipina body and maps the negotiation between provincial...
Esse trabalho tem como intuito retratar o dia dia da classe trabalhadora paulistana, e como pessoas, culturas e estilos...
Argentina has had throughout its history numerous migrations from different communities which shaped their current cultural identity. In the...