Memórias próprias, de outros, emprestadas, coletivas, imaginadas, idealizadas, projetadas, inteiras ou fragmentadas.
Felizes, tristes, depressivas, inspiradoras, traumáticas e sensoriais. Seja como for ou a quem pertencer, sempre imagéticas.
Gravadas em vidro, gelatina, prata, papel, bits ou sinais neurais ainda a explorar nas profundezas da mente. Em nosso cérebro não sabemos nem onde descansam esses arquivos. Assim como não sabemos em quais gavetas residem nossa consciência.
É mítico. É místico. É real, é etéreo, impalpável mas perceptível e sensível.
Somos capazes de acessá-las com ou sem elementos físicos à mão. Despertas por algum gatilho, experiências afetivas de qualquer sorte ou um simples pedaço de papel, textura, cheiro, cor, som, sabor ou brisa.
Diversos objetos produtores de memórias junto à plataformas físicas fixadoras, são elementos estáticos que ganham vida e se transformam ao serem manipulados, percebidos, vistos, re-vistos de tempos em tempos e com sorte, a benção de serem ressignificados.
A memória é minha, é sua, é coletiva, é anônima, é éter e é real.
A MEMÓRIA É VIVA.
VIVA É A MEMÓRIA!





















