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Na Terra de São Jorge

Maria, Festa Umbanda, Rio de Janeiro — 2025

Na Terra de São Jorge

Chantal SimonePorChantal Simone
19 de março de 2026
em Portfólio

Selecionado no Prêmio Portfólio FotoDoc 2026

Na Terra de São Jorge apresenta o Rio de Janeiro como um lugar onde o simbólico e o espiritual se cruzam. Ao destacar essa expressão criativa dentro da diversidade cultural, o projeto oferece uma visão esperançosa, mostrando comunidades que encontram força e significado mesmo em meio às dificuldades, transformando a vida urbana em algo encantado.

Inspirado na Umbanda, no Candomblé e no carnaval, o trabalho mostra como rituais e performances moldam identidades coletivas e transformam a cidade em espaços carregados de significado. O carnaval, parte essencial da identidade carioca, aparece como um palco onde orgulho e política se encontram, revelando tanto união quanto desigualdades.

As tradições espirituais do Candomblé e da Umbanda também são centrais. Elas sustentam comunidades, abrindo caminhos de resistência e espiritualidade em tempos difíceis. São Jorge, protetor do homem humilde que vence o dragão, encarna essa dualidade: no Candomblé ele é Ogum, o orixá da guerra. Sua presença sincrética em altares e murais mostra como as religiões afro‑brasileiras sobreviveram à perseguição ao aproximar santos católicos de divindades ancestrais.

As imagens combinam cores intensas e vibrantes com cenários simples e cotidianos. Essa mistura revela como o popular e o sagrado se encontram na vida diária. Fantasias e ritos aparecem extraordinários e ao mesmo tempo familiares, afirmando que o encantamento está presente nos gestos comuns. Cada fotografia é parte de uma sequência maior, fragmentos que juntos constroem uma narrativa. A fotografia vira encontro, não explicação, revelando o Rio não como estereótipo turístico, mas como um território mítico tecido de símbolos.

Este é um projeto em andamento iniciado em 2025, cujo objetivo final é a publicação de um livro.

Virgem das Rochas, Rio de Janeiro — 2025
Coroas de Penas Douradas para Oxum, Rio de Janeiro — 2025
Camelôs na Cinelândia, Rio de Janeiro — 2026
Ogum na cahoeira, Rio de Janeiro — 2026
Carro Alegórico na Estrada Intendente Magalhães, Rio de Janeiro — 2026
Meninos no coletivo, Rio de Janeiro — 2026
Pão de Açúcar com cerca e carro, Rio de Janeiro — 2026
Flávia na Avenida Salvador de Sá, Rio de Janeiro — 2026
Cristo Redentor e coração verde, Rio de Janeiro — 2025
Salve Santa Bárbara e Xangô, Rio de Janeiro — 2026
Caça‑níqueis, Rio de Janeiro — 2026
São Miguel contra as chapas onduladas, Rio de Janeiro — 2026
Meninas com vestidos de bolinhas, Rio de Janeiro — 2025
Menina boiando na piscina oceânica com menino mergulhando, Rio de Janeiro — 2026

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Chantal Simone

Chantal Simone

Chantal Simone (1977) é uma artista canadense‑brasileira radicada no Rio de Janeiro. Seu trabalho explora o encontro entre etnografias visuais e grandes narrativas, procurando ressonâncias dessas histórias nos gestos, lugares e objetos do cotidiano. Ela entende suas fotografias como fragmentos de uma narrativa maior, detalhes que exigem atenção, pois é através deles que o sentido mais amplo se revela. Essa abordagem aproxima a fotografia de uma espécie de cinema imóvel, apresentado sobretudo em fotolivros, formatos que permitem leituras em camadas, onde o significado emerge não de uma única imagem, mas da sequência e da constelação entre elas. Em 2000, fundou a revista La Rampa, voltada a investigações mais profundas da expressão visual. Nela, a fotografia é pensada como filosofia — um espaço de reflexão sobre o olhar e a condição humana: mortalidade, desejo, papéis sociais e a busca de sentido que perpassa tanto os gestos cotidianos quanto os espetáculos culturais.

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