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Relatos Cromáticos

Calção de banho vermelho

Relatos Cromáticos

Luiz Felipe AranhaPorLuiz Felipe Aranha
22 de maio de 2025
em Portfólio

Selecionado no Prêmio Portfólio FotoDoc 2025

Com o seguinte trabalho procuro expor um pouco das visualidades brasileiras, dada por nossas cores, luzes e cotidianos. As fotografias aqui apresentadas emergem de um imaginário coletivo, a partir da influência do olhar de outros grandes fotógrafos que acabaram por cristalizar a imagem do povo brasileiro, esses como Walter Firmo, Luiz Braga ou Mario Cravo Neto. Minha abordagem é em relação à cenas do dia a dia, que em primeira instância, podem parecer pouco significantes.

O que procuro é evidenciá-las a partir dos seus aspectos únicos e regionais. Para isso, sempre utilizo da relação pessoa-ambiente. Quero expor a relação humana para com a vegetação, arquitetura e organização social que as rodeia, para que o espaço caracterize o homem, e o homem, o espaço. Minhas fotografias são feitas a partir da espontaneidade do fenômeno. Busco prevê-lo para poder capturá-lo no momento e do ponto de vista certo para a narrativa que busco traçar, sempre à procura de o manter o mais natural, buscando influenciá-lo o menos possível.

A organização das fotografias se consiste nas variações de luz que o correr do dia nos proporciona, acompanhando, dessa forma, as atividades executadas nesses horários e luzes específicas. Busco com isso que a luz nos possa ajudar a codificar os hábitos que esses lugares e pessoas carregam. Começo então com o sol tropical, a pino, para em seguida vir um sol mais lateral e alaranjado, da tarde até a golden hour, passando pelas luzes do lusco-fusco, com a magic hour e a blue hour, até a noite completa, uma vez que as luzes artificiais dominam a cena, onde exploro sua natureza de matrizes, a partir do contraste cromático dado pelas diversas tecnologias de fontes e o chiaroscuro deixado por essas. Minha ligação com o cinema me habituou à necessidade da narrativa para fotografar, o que procuro, no fim, é que essas imagens façam parte de uma mesma história, como frases, que juntas compõem um texto.

Observando a calmaria
Coco pra cocada
No agito do ônibus
Berimbau aposentado
No caminho de casa
Esperando para atravessar
Na ducha pra tirar a areia
Aprendendo a nadar no rio
Provável chapéu
Carrinho de mão vazio
Esperando na moto com o filho
Próximo do futmesa
Na porta do foodtruck
Quase no fim do expediente

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Luiz Felipe Aranha

Luiz Felipe Aranha

Me chamo Luiz Felipe Aranha, nasci no ano de 2001, em São Paulo, cidade em que morei por praticamente toda minha vida. Na adolescência, comecei a experimentar a área da fotografia e do cinema. Meu fascínio por ambas me levou a escolher me aprofundar na arte da direção de fotografia de cinema, sem nunca abandonar a fotografia still, que passou a ser para mim, uma forma de estudo e pesquisa. Estudei cinema na FAAP - Fundação Armando Alvares Penteado, onde tive a oportunidade de experimentar a técnica e a estética, buscando sempre novas formas de cristalização e materialização da imagem. Minha relação com a imagem, seja essa still ou cinematográfica, é sempre baseada na narrativa. Do cinema, trago para as minhas fotos a tentativa de manter uma unidade, assim como é a abordagem cinematográfica, que guia meu olhar para cada projeto. Atualmente moro em Roma, à procura de enriquecer minha cultura visual e ampliar meus estudos no campo da fotografia.

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