Mãos na máquina
Mãos na máquina.
Alex Körner (1979), é um artista visual multidisciplinar que nasceu, vive e trabalha em São Paulo, Brasil. Observando os códigos, tanto visíveis quanto invisíveis, Körner discute em sua pesquisa o reflexo do comportamento humano nos espaços urbanos. Combinando a construção de instalações e cenários para registro na fotografia, Körner busca traduzir em imagens as subjetivas leis que restrigem o cidadão nas ruas e espaços públicos ou no sutil teatro que ocorre dentro dos arranha-céus espelhados onde as identidades se metamorfoseiam em busca de adaptação . No estúdio ou fora dele, o artista materializa essas narrativas, explorando a interação entre cores, luz, sombra, forma e volume e trabalhando com materiais variados – como látex, acrílico, tinta, algodão, gelo, líquidos, entre outros. Inicia sua produção de forma autodidata com sua experiência em fotografia, desenho e publicidade sendo mentorado por Julia Demeter e pela Trem com Fernando Soares e Adriano Franchini. Recebeu a menção estímulo na exposição itinerante “Oceanar é preciso” (Centro Cultural Chassi Miguel Salomão, Cravinhos, SP, 2025) e integra o acervo da Pinacoteca de Botucatu (Botucatu, SP, 2024). Participou de diversas exposições coletivas tanto no Brasil quanto no exterior. Entre as exposições destacadas estão: "Futebol Arte" no 8° Salão Internacional de Arte Brasileira em Liechtenstein (Liechtenstein, 2023); ”A Flor Nascida na Fresta do Asfalto" na Pinacoteca de Fórum das Artes em Botucatu (Botucatu, SP, 2023) e "NOT SAMO" na Galeria 18 (São Paulo, SP, 2024).
Um fragmento orgânico isolado do contexto original torna-se vestígio. A forma suspensa no escuro evoca permanência, desgaste e transformação...
Nos camarins do Dragstar, o palco ainda é silêncio, mas a transformação já começou. A drag queen Capitu Pitanga...
Passo lento, sacola leve: quem viveu a lida sabe sempre os caminhos.
Antes da próxima corrida, o corpo vira rede: infância que cochila no ferro. O trabalho espera, os sonhos não.