O Trabalho de um Ferrador
A conexão entre ferrador e cavalo é forjada no fogo durante uma sessão de ferragem a quente.
Selecionado no Prêmio Portfólio FotoDoc 2025
Fotógrafa soteropolitana, graduada em Licenciatura em Desenho e Plástica pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, tenho como foco a poética do cotidiano e as narrativas visuais que emergem das margens. Desde os tempos de faculdade, me interesso pelo universo dos trabalhadores ambulantes — figuras que enxergo como verdadeiras vitrines em movimento pelas ruas da cidade. Meu olhar é especialmente voltado para pessoas: gosto de fotografá-las, de construir retratos que revelam o gesto, a presença e a história contida no corpo. Minhas fotografias já foram selecionadas para a Mostra Maria Verônica da PAS (Espírito Santo) e, mais recentemente, para a exposição O Trabalho e os Trabalhadores (São Paulo), em cartaz neste mês de maio. Também tive fotografia aceita do Festival Paraty em Foco em minha primeira inscrição, no ano passado, e fui selecionada em duas edições do projeto Olhar Passageiro, da TV Ônibus (Salvador), além de ter recebido medalhas e menções honrosas em desafios e concursos fotográficos. Para esta edição do FotoDOC 2025, apresenta a série Gestos de Sobrevivência mostrando as tramas da Informalidade Negra, em que a centralidade das mãos evidencia um Brasil invisibilizado, mas profundamente pulsante.
A conexão entre ferrador e cavalo é forjada no fogo durante uma sessão de ferragem a quente.
faz parte da série cicatrizes da memoria.são retratos da vertyicalização das cidades e a consequente destruição de casas e memorias.
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