Impermanência
Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo...
Meu nome é Tiago Torres, sou de Camaragibe (PE), mas criado na Baixada do Glicério (SP). Na minha trajetória passei por mudanças entre acampamentos do MTST, como a ocupação Anita Garibaldi, ocorrida em 2001, em Guarulhos (SP) - e outras que não lembro nome - até chegar no famoso prédio São Vito, “uma favela vertical” conhecida como o Treme-Treme, para disso tudo tirar minha necessidade de manifestar arte. Fotógrafo, escritor, realizador cinematográfico e capoeirista. Publiquei o livro de poemas Poesias Antropofágicas para Exportação (Editora Viseu, 2021) e realizei o curta-metragem documental si amar é viver vivo porque amo você (2021).
Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo...
Dois tempos que se cruzam no mesmo pátio: a energia efervescente do início e a calmaria reflexiva da maturidade....
This project is a black-and-white portrait and street series rooted in encounters across San Francisco.
A fotografia simboliza a curiosidade e a inocência de quem inicia sua jornada, levando consigo alegria e esperança diante...
Fragmentos de água transformam vidro em tela poética. Aqui, a chuva não apenas cai—ela medeia nossa relação com o...