Impermanência
Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo...
Mônica Silveira, é bióloga e fotógrafa, atuando desde 1985 na área de eventos sociais e empresariais, fotografia still, edição de imagens, macro fotografia, fotografia da fauna/flora e fotografia documental da cultura baiana. É fotógrafa oficial do perfil da Pedra de Xangô (@pedra.de.xango). Já participou de exposições fotográficas coletivas como: Olhos da Rua do LABFOTO/UFBA, AFNATURA da Associação de Fotógrafos de Natureza, nas Galerias Municipais de Portugal-Lisboa e no Museu Cidade da Música de Salvador. Atualmente realiza fotografia para trabalhos acadêmicos, tendo publicações em livros, revistas, jornais e artigos científicos como Revista Vírus - USP, Revista Bahia Análise & Dados, Livro do Ministério Público da Bahia e Informativo Semanal do Instituto, livro Bahia, 2 de julho - uma guerra pela independência do Brasil / Editora EDUNEB e o livro Pedra de Xangô - Um lugar Sagrado Afro-Brasileiro na cidade de Salvador Maria Alice Pereira da Silva -Fundação Gregório de Matos.
Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo...
Dois tempos que se cruzam no mesmo pátio: a energia efervescente do início e a calmaria reflexiva da maturidade....
This project is a black-and-white portrait and street series rooted in encounters across San Francisco.
A fotografia simboliza a curiosidade e a inocência de quem inicia sua jornada, levando consigo alegria e esperança diante...
Fragmentos de água transformam vidro em tela poética. Aqui, a chuva não apenas cai—ela medeia nossa relação com o...
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