Ògún, senhor do mundo e da matéria.
Ògún em Àjọ̀dún Ògún 2026 no @olorokeomibaina
Formada em História e Pedagogia e tendo como ofício o magistério, desenvolvi ao longo da vida as habilidades de ver e ouvir, escutar e observar. Dediquei-me à fotografia quando era muito jovem. Depois, houve uma longa parada. Voltei há mais ou menos uns 10 anos quando percebi as mudanças drásticas na natureza. Senti que tinha que registrar o que passava despercebido por ser pequeno ou não atender ao ritmo das vogas. Mais importante do que tirar fotos com a Sony cyber shot, foi desenvolver comunicação de duas vias com a natureza. Lia os jornais pela manhã e saia a caminhar sem me preocupar com o que fotografar. Ia sem objetivo – cabeça vazia. Quando, ao final do dia, via os cliques na tela do computador, encontrava de imediato, relação com eventos, notícias que me afligiam. No silêncio, a natureza revelava angústias, humores, estados de espírito. Esses registros estão guardados e rudemente classificados. O ensaio Rabiscos do Mar na Areia é um deles.
Ògún em Àjọ̀dún Ògún 2026 no @olorokeomibaina
Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo...
Dois tempos que se cruzam no mesmo pátio: a energia efervescente do início e a calmaria reflexiva da maturidade....
This project is a black-and-white portrait and street series rooted in encounters across San Francisco.
A fotografia simboliza a curiosidade e a inocência de quem inicia sua jornada, levando consigo alegria e esperança diante...
Fragmentos de água transformam vidro em tela poética. Aqui, a chuva não apenas cai—ela medeia nossa relação com o...
Vertente Fotografia © 2023