Selva de aço
A natureza se ergue sem precisar de cabos de aço.
Algo me chama atenção, mas os olhos ainda não conseguem perceber. Aponto a câmera. Sem pensar muito, espero o momento em que meu corpo avisa que devo pressionar o botão. O tempo congelado na imagem agora revela seu sentido naquele recorte limitado do espaço-tempo. Capturo os signos da transição, os traços sutis que marcam a passagem do tempo antes que desapareçam na rotina. A fotografia, para mim, é o congelamento de um presente ilusório, onde a mudança se manifesta não apenas no que é visível, mas no que se sente inconscientemente. Outra coisa me chama atenção. Sem pensar muito, observo até que o tempo me conte sua história.
A natureza se ergue sem precisar de cabos de aço.
A solitary figure floats above the ruins of Marechiaro, suspended between stone and sky. The body is caught in mid-air,...
A geometria do sagrado se revela nas mãos que sustentam a fé. Em Mata de São João, durante a Lavagem...
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