Ògún, senhor do mundo e da matéria.
Ògún em Àjọ̀dún Ògún 2026 no @olorokeomibaina
Algo me chama atenção, mas os olhos ainda não conseguem perceber. Aponto a câmera. Sem pensar muito, espero o momento em que meu corpo avisa que devo pressionar o botão. O tempo congelado na imagem agora revela seu sentido naquele recorte limitado do espaço-tempo. Capturo os signos da transição, os traços sutis que marcam a passagem do tempo antes que desapareçam na rotina. A fotografia, para mim, é o congelamento de um presente ilusório, onde a mudança se manifesta não apenas no que é visível, mas no que se sente inconscientemente. Outra coisa me chama atenção. Sem pensar muito, observo até que o tempo me conte sua história.
Ògún em Àjọ̀dún Ògún 2026 no @olorokeomibaina
Quando me fotografo, meu corpo deixa de ser identidade e torna-se matéria instável. O que me move nesse processo é...
Dois tempos que se cruzam no mesmo pátio: a energia efervescente do início e a calmaria reflexiva da maturidade. Um...
This project is a black-and-white portrait and street series rooted in encounters across San Francisco.
A fotografia simboliza a curiosidade e a inocência de quem inicia sua jornada, levando consigo alegria e esperança diante do...
Fragmentos de água transformam vidro em tela poética. Aqui, a chuva não apenas cai—ela medeia nossa relação com o mundo,...